segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Situação atual da França e de Camarões

França-A França é um país desenvolvido e possui a quinta maior economia do mundo por PIB nominal e a nona maior economia em poder de compra. É o país mais visitado no mundo, recebendo 82 milhões de turistas estrangeiros por ano..É um dos membros fundadores da União Europeia e possui a maior área e a segunda maior economia do bloco.

A República Francesa é uma república unitária semipresidencialista com fortes tradições democráticas. A constituição da V República foi aprovada por referendo em 28 de Setembro de 1958. É extremamente reforçada a autoridade do executivo em relação ao Parlamento. O poder executivo em si tem dois dirigentes: o presidente da República, atualmente Nicolas Sarkozy, que é chefe de estado e é eleito diretamente por sufrágio universal para um mandato de 5 anos (antes de 7 anos) e o Governo, liderado pelo Primeiro-Ministro nomeado pelo presidente, François Fillon atualmente.

Atualmente, o sistema de ensino na França é centralizado e é composto de três fases, o ensino primário, secundário e ensino superior. O Programa Internacional de Avaliação de Alunos, coordenado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), classifica a educação da França como a 25ª melhor do mundo. A educação primária e secundária são predominantemente públicas, administradas pelo Ministério da Educação Nacional.

O sistema de saúde francês ficou em primeiro lugar a nível mundial de acordo com a Organização Mundial de Saúde em 1997 e depois novamente em 2000. O sistema de saúde é geralmente livre para as pessoas afetadas por doenças crônicas (Affections de longues durées), tais como câncer, AIDS ou fibrose cística.
A expectativa de vida média ao nascer é de 77 anos para homens e 84 anos para as mulheres, uma das mais altas da União Europeia. Existem 3,22 médicos para cada 1000 habitantes na França enquanto que o gasto médio per capita de saúde foi de US$ 4.719 em 2008. Em 2007 existiam cerca de 140.000 habitantes (0,4%) da França que viviam com HIV/AIDS.

Os Camarões-, um país da África ocidental, tem duas línguas oficiais: o francês e o inglês. Mas a língua alemã também goza de uma grande importância, sendo ensinada - como língua estrangeira - a cerca de 300 mil pessoas. 

Localizada na costa oeste da África e banhada pelo golfo da Guiné, a República de Camarões é uma das nações que apresenta maior diversidade cultural do continente africano, esse fato ocorre em razão da presença de diferentes grupos étnicos no território camaronês (são aproximadamente 230 grupos étnicos, que falam 250 línguas e dialetos nativos).
A nomenclatura do país, Camarões, foi criada pelo navegador Fernando Pó, no século XV, em virtude do Rio dos Camarões.

A independência de Camarões só foi obtida em 1° de janeiro de 1960, após o país ter sido colônia da França e Inglaterra ao término da Segunda Guerra Mundial, em 1945.

Mais de 40% do território é coberto por floretas tropicais. No norte, onde predominam as savanas, o clima tropical é seco, tornando-se árido nas proximidades do lago Chade. No oeste, há formações montanhosas de origem vulcânica, cujo ápice é o monte Camarões (4,1 mil metros), um dos mais altos da África Central.
A disputa territorial com a Nigéria pela península de Bakassi provoca conflitos de fronteira desde os anos de 1990.
 

Primórdios

Provavelmente os primeiros habitantes dos Camarões foram os Bakas, tribos de Pigmeus que ainda vivem nas florestas do sudeste do país. A língua Bantu teve a sua origem nas terras altas dos Camarões, mas a muitos dos falantes partiram antes da chegada dos primeiros invasores.
Entre os finais da década de 1770 e o início de 1800, os Fula, um povo islâmico conquistou a maior parte das terras que atualmente constituem o norte dos Camarões, subjugando ou desalojando os habitantes, na maioria não muçulmanos.
O nome do país deriva do nome lusófono antigo do rio Wouri, rio dos Camarões, devido à grande quantidade do crustáceo[1]. Apesar do nome do rio ter modificado para uma palavra de origem local, o termo Camarões permaneceu mesmo em outras línguas para designar a região[2].
Apesar da chegada dos portugueses à costa dos Camarões datar do século XV, a malária impediu os europeus de se instalarem e conquistarem os territórios do interior até ao final da década de 1870, quando grandes quantidades de quinino se tornaram disponíveis. No início, os europeus estavam sobretudo interessados em comerciar, o que faziam na zona costeira, e adquirir escravos. O comércio de escravos foi reprimido a meio do século XIX, ainda na parte final deste século instalaram-se nos Camarões missões cristãs, as quais continuam a desempenhar um papel na vida do país.

Saiba como foi o domínio dos Europeus em Camarões.

No dia 5 de Julho de 1884 a totalidade do território camaronês e alguns territórios vizinhos tornaram-se a colónia alemã de Kamerun, com a capital situada primeiramente em Buea e depois em Yaoundé. Após o final da Primeira Guerra Mundial, o Reino Unido e a França dividiram esta colónia, cabendo à França a maior área, sendo as zonas mais distantes transferidas para o domínio de outras colónias francesas, e governando o restante a partir de Yaoundé.
Em 1955, a União do Povo Camaronês (tradução literal do inglês, Union of Cameroonian Peoples), UPC, um grupo rebelde onde os grupos étnicos dominantes eram os Bamileke e os Bassa, iniciaram a luta armada pela independência dos Camarões franceses. Esta revolta continuou, com cada vez menor intensidade, mesmo após a independência. As estimativas do número de mortos deste conflito variam entre as dezenas e as centenas de milhares de pessoas.

Camarões antes do Domínio Europeu


Camarões ao longo do tempo
██ Kamerun alemão
██ Camarões britânicos
██ Camarões francês
██ República de Camarões
                                                                                                                                                                  Os navegadores portugueses chegaram à costa dos Camarões em 1472. Notaram a abundância de camarões no rio Wouri River e chamaram-lhe Rio dos Camarões, de onde deriva o nome actual do país.
Apesar da chegada dos portugueses à costa dos Camarões no séculoXIX, a malária impediu os europeus de se instalarem e conquistarem os territórios do interior até ao final da década de 1870, quando grandes quantidades de quinino se tornaram disponíveis. No início, os europeus estavam sobretudo interessados em comerciar, o que faziam na zona costeira, e adquirir escravos. O comércio de escravos foi reprimido a meio do século XIX, ainda na parte final desse século instalaram-se nos Camarões missões cristãs, as quais continuam a desempenhar um papel na vida do país.
No dia 5 de Julho de 1884 a totalidade do território camaronês e alguns territórios vizinhos tornaram-se a colónia alemã de Kamerun, com a capital situada primeiramente em Buéa e depois em Yaoundé. Após o final da Primeira Guerra Mundial, o Reino Unido e a França dividiram essa colônia, cabendo à França a maior área, sendo as zonas mais distantes transferidas para o domínio de outras colônias francesas, e governando o restante a partir de Yaoundé.
Os Camarões franceses alcançaram a independência em 1960 sob a denominação de República dos Camarões, no território conhecido como Camarões do Norte e Camarões do Sul. No ano seguinte, a maioria muçulmana do norte, que dominava dois terços dos Camarões britânicos, votou pela adesão à Nigéria, enquanto que no sul a maioria cristã, votou de forma que o outro terço dos Camarões britânicos aderisse à República dos Camarões, formando a República Federal dos Camarões. Permanece no entanto em aberto o conflito da Ambazónia (Camarões do Sul).

Introdução

Camarões é um país africano, limitado a oeste e a norte pela Nigéria, a leste pelo Chade e pela República Centro-Africana, a sul pelo Congo, pelo Gabão e por Rio Muni (Guiné Equatorial) e a oeste pelo Golfo da Guiné, através do qual faz fronteira com a Guiné Equatorial, via a ilha de Bioko. A capital é Yaoundé.